sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Lisboa 2012 Tall Ships nº3

Continuando com mais algumas fotos da passagem por Lisboa da Tall Ships Race 2012.
Estas fotos são  para aqueles que gostam de veleiros, mas principalmente dedicado aos que não conseguiram deslocar-se a Lisboa para ver estas preciosidades ao vivo.

Nesta foto a nossa  Sagres,  um dos veleiros mais belos do mundo senão o mais belo.



E aqui o veleiro polaco Dar Mlodziezy.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Lisboa 2012 Tall Ships nº2

Mais algumas fotos da passagem por Lisboa da Tall Ships Race 2012.
Estas fotos são  para aqueles que gostam de veleiros, mas principalmente dedicado aos que não conseguiram deslocar-se a Lisboa para ver estas preciosidades ao vivo.

Nesta foto temos o veleiro Georg Stage construído em 1935, nos estaleiros de Frederikshavn e tem aproximadamente 54 m de comprimento, 8,5 de largura e 4,2 m de calado.


E nesta foto mais uma vez a nossa belíssima  Sagres

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Lisboa 2012 Tall Ships nº1

Hoje começo a postar algumas fotos da passagem por Lisboa da Tall Ships Race 2012.
Estas fotos são  para aqueles que gostam de veleiros, mas principalmente dedicado aos que não conseguiram deslocar-se a Lisboa para ver estas preciosidades ao vivo.
Nesta foto podemos ver a nossa N.R.P. Sagres acompanhada de muitas outras embarcações que se deslocaram para ver de perto.


Aqui uma foto do aspecto geral das embarcações no Rio Tejo.


A regata deste ano teve início em Saint Malo em França participando na mesma cerca de 50 veleiros.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Governo quer vender Estaleiros por 30 milhões

O Governo pretende vender os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) por um mínimo de 29,8 milhões de euros.



Valor que resulta de um preço de venda de cinco euros por acção, conforme anunciado hoje na conferência de imprensa que se seguiu à reunião de Conselho de Ministros.
O objectivo do Executivo, que hoje aprovou o caderno de encargos para a reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), é alienar a totalidade do capital, reservando 5% "para disponibilização aos trabalhadores mediante oferta pública de venda, a efectuar em momento posterior", lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.
"A privatização é a única forma de evitar um desenlace muito negativo para os trabalhadores e para a Viana do Castelo que seria o encerramento da empresa por falta se condições", disse hoje o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Marques Guedes. O mesmo responsável diz ainda que é intenção do Governo que a venda esteja concluída até ao final do ano, mas reconhece que nestes processos "não há calendários peremptórios".
Texto: Diário Económico (23/08/12)

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Submarino na Romaria da Senhora d'Agonia 2012

Hoje dia da procissão ao mar com os barcos em Viana do Castelo, há um barco na doca que não pode fazer parte da mesma, saiba aqui porquê.
Fez  um ano no passado dia 18 que se afundou na antiga Doca Comercial de Viana do Castelo.
Vejam a notícia neste link, 
http://expresso.sapo.pt/viana-barco-naufragado-aguarda-ha-duas-semanas-por-decisao-do-tribunal-para-ser-removido=f670730

Mas!
Passado um ano quem o quiser ver ainda o encontra no mesmo local, mesmo ao lado do navio Gil Eannes como que a fazer-lhe concorrência, tornou-se na nova atracção turística em Viana do Castelo. 
E as autoridades marítimas e ambientais nada fazem? Será assim tão difícil a remoção deste absurdo???




quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Últimos Veleiros... 40

Fotos e texto retirados do catálogo da exposição "Últimos veleiros do Porto de Viana"  miniaturas de João Gonçalves Pinto, realizada no Museu Municipal de Viana do Castelo em 1993.


Óbidos


Lancha motorizada, ano de 1891. Durante os seus mais de 25 anos, foi muito admirada por uma metade da sua construção ser brasileira e outra portuguesa, e depois pela sua estabilidade no rio Tejo. Pertenceu ao grande industrial do Barreiro João Pereira da Silva. João Pinto manifestava o seu orgulho por ter trabalhado na construção desta lancha, dotada com o melhor que podia encontrar-se a nível da motorização, e aproveitava o ensejo para acrescentar : "mais tarde fui a Setúbal construir outra igual no estaleiro do meu irmão Alberto, na Cachofarra, a seguir fiz o leme e ajudei a mastrear e a fazer a carreira para lançar ao mar o iate Minho, de 300 toneladas, o qual era motorizado. Voltei de novo para o paquete Lima e continuo nas construções miniaturais sobre as águas do mar entre Lisboa, Madeira, Açores e vice-versa".


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